![]() |
| Pimenta - MG |
domingo, 10 de setembro de 2017
segunda-feira, 10 de julho de 2017
Igreja de São José
Conforme mostrei AQUI , essa igreja, que é a segunda mais antiga e imponente da cidade de Belo Horizonte, passou por uma reforma que trouxe à mostra sua pintura original após décadas submersa em várias camadas de cores variadas utilizadas por seus administradores nas pinturas de simples manutenção do prédio.
Fico feliz por ver o trabalho de restauração quase concluído. Mais que um monumento, temos aqui uma obra social de base redentorista, pois no casario ao fundo do templo religioso funcionam várias ações sociais voltadas para o bem estar material e espiritual dos belorizontinos.
![]() |
| Igreja de São José - Belo Horizonte /MG |
sábado, 22 de abril de 2017
O museu do Ouro em Sabará
Situado na Rua da Intendência e abrigado num imponente sobrado remanescente do séculos XVIII, o Museu do Ouro possui um interessante acervo que informa sobre a história da exploração do ouro e outros minerais no estado de Minas Gerias.
A construção serviu como sede da Casa Real da Intendência e Fundição do Ouro. Em 1840, com a decadência da mineração, a casa foi levada a leilão e passou a ser usada como residência e escola. Em 1946 passou a funcionar como Museu do Ouro por decreto do Governo federal.
Seu acervo é composto por objetos ligados à mineração como ferramentas, maquetes de minas, documentos escritos, desenhos e imagens expostos na parte inferior. No andar superior há reprodução de ambientes domésticos cotidianos na forma de quartos, salas, espaços destinados a objetos religiosos católicos. No pátio externo há um engenho de triturar minério de ouro projetado pelo Barão Eschwege.
Como não é permitido fotografar o acervo, indico um vídeo para quem se interessar em conhecer o museu por dentro:
domingo, 9 de abril de 2017
Tempo de Reflexão
Olá amigos! Sei que ando um pouco sumida da blogosfera. Está tudo bem comigo. Apenas estou envolvida num projeto que está me tomando muito o tempo livre que eu uso para coisas como blogar.
Enfim, já está em fase conclusão e logo volto a postar com mais frequência, a participar das blogagens coletivas e principalmente a visitar e comentar as postagens de vocês.
Aproveito a oportunidade para lembrar a todos, independente do ponto de vista religioso, que há um tempo para tudo na vida e, essa segue um calendário espiritual tal qual a natureza com seu círculo das estações. Então, acredito que estamos vivendo o tempo da reflexão. Para os cristãos a base nesses dias chamados de Quaresma, é a fé em Deus que é Pai, filho e Espirito Santo.
Diante de tantas calamidades e aberrações que o convívio errado entre os homens tem provocado em todo o planeta, necessitamos repensar o valor da vida, o respeito ao ser humano, a necessidade de diminuir a ganância econômica e a obsessão pelo poder. São coisas que estão acabando com o mundo de uma forma muito cruel por ser um fim lento e doloroso para todos.
Diante de tantas calamidades e aberrações que o convívio errado entre os homens tem provocado em todo o planeta, necessitamos repensar o valor da vida, o respeito ao ser humano, a necessidade de diminuir a ganância econômica e a obsessão pelo poder. São coisas que estão acabando com o mundo de uma forma muito cruel por ser um fim lento e doloroso para todos.
Que Páscoa não seja repleta apenas de ovos de chocolate, mas principalmente de um novo renascer para humanidade diante de dias tão cinzentos como esses que temos passado.
Fiquem em paz!
segunda-feira, 27 de março de 2017
Palma barroca
São arranjos florais utilizados na ornamentação de igrejas e oratórios nas residencias. Feitas de laminas de cobre banhadas a ouro ou prata, é um tipo de artesanato bem antigo na cidade de Sabará, remanescente do ciclo do ouro. A tradição foi inspirada na palma portuguesa, feita de tecido nas cores verde, vermelho e branco pelas mulheres que migraram de Portugal para Minas Gerais no século XVIII.
quinta-feira, 9 de março de 2017
Museu do Escravo em Belo Vale
![]() |
| Fonte Roberto Rocha/Encontro |
Uma das várias curiosidades no município de Belo Vale é o Museu do Escravo, o único totalmente dedicado à história da escravidão na América Latina, inaugurado em suas atuais dependências no dia 13 de maio de 1988, em comemoração ao centenário da abolição da escravatura no Brasil.
O Museu do Escravo funcionou entre 1977 e 1988 nas dependências da Basílica do Senhor Bom Jesus em Congonhas, por obra do Padre José Luciano Jacques Penido que segundo informações orais obtidas junto à instituição, teria viajado por várias regiões do Brasil para reunir a maior parte do acervo.
As mais de três mil peças em exposição estão dividas em seis salas na casa que lembra um pouco o cenário de uma casa-grande. No fundo do quintal há uma senzala com objetos e peças de vestuário usados no filme Quilombo (1984) e na parte central um pelourinho.
![]() |
| Fonte |
![]() |
| Fonte |
Grande parte dos objetos estão relacionados à religiosidade, ao trabalho e principalmente à rigorosa disciplina aplicada aos escravos. Objetos de tortura dos mais variados e curiosos tamanhos e utilidade. Descrevo alguns na legenda das imagens.
| Camboio ou Libambo - instrumento exposto na parede - era utilizado no transporte de escravos, presos pelo pescoço e conduzidos enfileirados. |
| Máscara de Flandres - servia para evitar a gula, o alcoolismo e a ingestão de pedras preciosas. |
| Gargalheira - coleira de ferro que servia para dificultar fugas, por causa das astes que se agarravam nas árvores. |
| Tronco Coletivo - Castigava até cinco escravos de uma vez, presos pelo pescoço, tornozelos ou punhos. |
terça-feira, 7 de março de 2017
Conheça uma vila só de mulheres em Minas Gerais
Em homenagem ao Dia Internacional das Mulheres, compartilho essa reportagem bem interessante e curiosa.
Assinar:
Postagens (Atom)







