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quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Não é Paris, é Caxambu!

Parque das Águas

A paisagem estava tão bonita que a minha inspiração logo remeteu o meu pensamento para as fotos que já vi de Paris. Olhando a simetria das árvores, dá até para imaginar um palácio ao fundo rsrsrs. Brincadeiras a parte, estive em Caxambu, de passagem, mas registrei alguns detalhes que aos poucos mostrarei aqui no blog. 
Estância hidromineral, localizada no sul de Minas Gerais, com uma população estimada em 30 mil habitantes. Tem como principal fonte de renda o turismo, concentrado numa das mais importantes atrações do país, o Parque das Águas Doutor Lisandro Carneiro Guimarães, com doze fontes de água mineral dotadas de propriedades medicinais diferentes. É o maior complexo hidromineral do mundo.
"Em 1814, conta-se que existiam apenas duas fazendas no povoado: a das Palmeiras e a Caxambu. Dizem que foi nesta época que descobriram a existência das fontes. Caxambu é famosa por suas ligações com a Família Imperial Brasileira, quando a própria Princesa Isabel e seu esposo Conde d'Eu, em 1868, vieram atraídos pela fama das águas. A princesa buscava a cura de sua infertilidade. Através das águas ferruginosas da fonte, hoje denominada Princesa Isabel e Conde d'Eu, a princesa curou-se de sua anemia e engravidou. "
A palavra Caxambu tem significado que nos remete à  história de ocupação do território brasileiro: para alguns o termo teve origem no dialeto tupi catã-mbu e significa "água que borbulha ou bolhas a ferver", outros afirmar que o nome era usado pelos escravos para denominar um instrumento musical tocado em seus festejos noturnos " cacha = tambor e mumbu = música, ainda do dialeto tupi poderia significar ka'a = mata e oby = verde.


Vista parcial do jardim no Parque das Águas.

Centro de hidroterapia - Parque das Águas.

Igreja de Nossa Senhora dos Remédios

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Parque Fazenda Lagoa do Nado

Esta é a lagoa que empresta o nome ao parque.

Antiga casa da fazenda, usada como sede administrativa e espaço cultural. 

Uma das várias esculturas espalhadas pelos jardins do parque. Observem os detalhes humanos e urbanos na mesma peça.
  
Córrego por onde é liberada a água da lagoa.

 Localizado na região norte de Belo Horizonte, entre os bairros Planalto e Itapuã, o Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado foi implantado em 1994. Com uma infraestrutura composta por biblioteca, sala multimeios, teatro de bolso, teatro de arena, quadras poliesportivas, campo de futebol, pista para caminhadas e viveiro de mudas, o parque realiza diversas atividades de educação ambiental, cultura e esporte com o apoio da Fundação Municipal de Cultura e da Secretaria Municipal de Esportes.  
 Sua vegetação é composta por espécies do Cerrado e por uma Mata Ciliar que circunda uma lagoa de 22 mil metros quadrados, formada pelo represamento de três nascentes. O córrego do Nado é um afluente do córrego Vilarinho, que deságua no ribeirão do Onça, unindo-se ao rio das Velhas, integrante da bacia do rio São Francisco.
 No final do século XIX, uma intensa movimentação de tropeiros e mercadores originários da Bahia e do Norte de Minas utilizavam o distrito de Venda Nova como entreposto comercial em suas rotas rumo ao Curral Del Rey ( atual Belo Horizonte ), Sabará e Rio de Janeiro.
 Aproveitando a parada, descansavam, lavavam suas roupas e banhavam-se às margens de um riacho de águas límpidas da redondeza. A ele deram o nome de córrego do Nado. 
A área hoje ocupada pelo Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado era, até na década de 60, uma parte da Fazenda Engenho Córrego do Nado, de propriedade da família do ex-prefeito de BH, Américo René Giannetti. Nesta época, o uso da área era restrito à família e aos seus amigos.
 Com a ocupação dos bairros e a chegada da urbanização na década de 60, a Fazendinha Janete, como era chamada localmente, foi caindo no abandono até que, no início dos anos 70, crianças e jovens da região começaram a utilizá-la como área para recreação.
Fonte de consulta: Portalpbh

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cenas cotidianas de uma lagoa.

 

Lagoa dos Marrecos.
Situada no Parque Municipal, na área central de Belo Horizonte, a Lagoa dos Marrecos é um belo atrativo para os visitantes. Nela "é  possível observar parte da fauna aquática que habita o Parque, como patos, marrecos, carpas coloridas, tilápias e cágados, que vivem dentro e fora da água". Na tranquilidade do seu entorno pode-se ouvir diversos sons de pássaros e observar a Cascata dos Marrecos, inaugurada em junho de 2008, com a transposição da água que nasce nas minas existentes nas adjacências do parque . Essas águas além da beleza paisagística  mantém  a umidade do ambiente e a  oxigenação da água que abastece a lagoa.

Fonte:http://portalpbh.pbh.gov.br/
  
Carpas disputando grãos.



Cascata dos Marrecos.
 

Carpas debaixo da cascata.
 

Ilha dos Marrecos.
























Assim que eu tiver um tempo extra, irei fotografar o Parque Municipal e farei uma postagem sobre sua história. Aguardem!!!

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Parque Estadual do Sumidouro



Recentemente aberto à visitação mediante acompanhamento de guia especializado, o Parque Estadual do Sumidouro é fruto de uma vitória  conquistada mediante a união de vários setores da sociedade que travaram uma verdadeira batalha política para minimizar a desenfreada corrida pela exploração dos minérios existentes na região. Não só pelo fato de ser necessário preservar a diversidade das áreas de cerrado, mas principalmente pelas grutas que desde o século XIX vem sendo exploradas por arqueológos que obtém muito sucesso em suas escavações devido à riqueza de artefatos e fósseis já encontrados e possivéis de serem encontrados na região.
Basta lembrarmos das inúmeras descobertas e os estudos efetuados por  Peter Lund   ( preguiças gigantes, fósseis humanos e outros) e da descoberta do crânio feminino ( batizado de Luzia ) na década de 70 do século XX pelo arqueológo Walter Neves, com idade aproximada de 12 mil anos, trazendo novas explicações para a história da origem do homem americano. 
O decreto de criação do parque é de 1980, mas somente em 2011 foi inaugurado oficialmente.
Ocupa uma área de 1300 hectares entre os municípios de Lagoa santa e Pedro Leopoldo, onde é possível encontrar cerca de 170 sítios arqueológicos e 52 grutas, além de pinturas rupestres datadas de mais de 4000 anos. Destaca-se dentro da área do parque a Gruta da Lapinha, aberta à visitação e a Lagoa do Sumidouro com 15 Km de perímetro e acesso pelas trilhas com monitores do parque.  


As marcas  vermelhas indicam na foto as aberturas para entrada na gruta. Essa não é aberta ao público e chamada de Gruta do Baú. Fica às margens da estrada que liga o distrito de Fidalgo à cidade de Pedro Leopoldo.

Aqui temos um paredão rochoso onde há pinturas rupestres. Fica às margens da Lagoa do Sumidouro.
Lagoa do Sumidouro.

Lagoa do Sumidouro.