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terça-feira, 12 de dezembro de 2017

BH 120 anos

Hoje é aniversário de Belo Horizonte. Escolhi mostrar aqui o Parque Municipal Américo Renné Giannetti, localizado na área central da cidade, projetado e inaugurado há 120 anos.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Igreja de São José

Conforme mostrei AQUI , essa igreja, que é a segunda mais antiga e imponente da cidade de Belo Horizonte, passou por uma reforma que trouxe à mostra sua pintura original após décadas submersa em várias camadas de cores variadas utilizadas por seus administradores nas pinturas de simples manutenção do prédio.

Fico feliz por ver o trabalho de restauração quase concluído. Mais que um monumento, temos aqui uma obra social de base redentorista, pois no casario ao fundo do templo religioso funcionam várias ações sociais voltadas para o bem estar material e espiritual dos belorizontinos.

igreja em Belo Horizonte
Igreja de São José - Belo Horizonte /MG

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Restauração da Igreja de São José em Belo Horizonte



Ponto de referencia no centro da capital mineira, a Igreja de São José cuja a pedra fundamental data de 1902, foi erguida no topo de um morro hoje quase despercebido devido ao disfarce na forma de uma bela escadaria que estende do adro principal até o encontro coma avenida Afonso Pena.

Ah, se essa escada falasse! Quantas coisas iria contar? Orações, protestos, Carnaval, abrigo de pedintes e tudo mais que a avenida mãe pode sediar. Quem não tem algo para contar sobre o que viu quando passou pela igreja de São José? Quantos encontros marcados? E os atalhos no quarteirão percorrendo seus jardins? Há mais de cem anos é lugar privilegiado de religiosidade, cultura, manifestações e encontros na cidade de Belo Horizonte. É muita história...

O templo religioso, que hoje é também um monumento turístico, passa por uma reforma. A parte interna está  restaurada, enquanto a parte externa passa por um minucioso trabalho de recuperação da pintura original. Trabalho sem previsão do termino.  

Então, como passei lá pelos jardins da São José, quis registrar aqui o pouco do que vi do trabalho que está sendo feito.

A parte colorida é a pintura original recuperada. Há anos uma pintura de cor única encobria a arte original.

O projeto arquitetônico do templo foi elaborado por Edgard Nascentes Coelho, e as obras foram dirigidas pelo irmão redentorista holandês Gregório Mulders. A Igreja de São José adotou o plano basilical, o interior do templo possui iluminação moderada, proveniente da sequência de vitrais coloridos. Foi construída em estilo neomanuelino e considerada um dos mais notáveis monumentos construídos na capital.
A ornamentação pictórica da igreja foi executada pelo pintor alemão Guilherme Schumacher, entre 1911 e 1912. O forro da nave central, retrata a vida de São José. 


Teto da parte central da igreja,

A matriz tem 60 metros de comprimento e 19 de largura, construída com fortes influências holandesas. A decoração do interior abriga os capitéis das belas colunas no estilo coríntio, o grandioso presbitério e um órgão de tubos fabricado em 1927. 

Aspecto interno com o altar-mor ao fundo.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Cartão-postal: uma forma de compartilhar imagens e notícias



Diferente, por ser enviado sem envelope, o cartão-postal surgiu no Império Austro-Húngaro em 1869 e pelo seu encanto foi facilmente difundido por toda a Europa ainda no século XIX.
O sucesso se deu por ser uma inovadora forma de compartilhar imagens e notícias. O cartão ilustra o cotidiano e o desenvolvimento das cidades. Portanto, a imagem nele retratada  é fonte de informação sobre o presente e o passado do lugar em evidência e,  com o passar dos anos  se torna um testemunho do seu tempo.
É inegável o seu valor histórico enquanto documento que registra  o espaço geográfico e suas transformações.
Há de se falar também do valor sentimental exposto na mensagem daquele que o envia,  compartilhando o lugar onde certamente desfruta de momentos agradáveis. Desconheço a existência de alguma mensagem negativa enviada através de um cartão-postal. 
Belo Horizonte é uma cidade jovem, mas as imagens postais daqui nos mostram o quanto os espaços foram modificados nas últimas décadas.

Lagoa da Pampulha - BH nos anos 50-60.

Vejamos o caso da orla da lagoa da Pampulha pela imagem desse cartão postal dos anos 50-60 do século XX. Não existe ainda a avenida Otacílio Negrão de Lima, as casas de frente para a lagoa ainda não haviam tomado conta do espaço usado para os jardins e a água não era poluída favorecendo passeios de barcos. Transito pesado? Inexistente.

Floristas na  rua Rio de Janeiro/Praça Sete - BH

A praça "Sete" no centro da cidade, quarteirão da rua Rio de Janeiro, usado pelas floristas artesãs. Hoje está totalmente modificado, sem a maioria das árvores e sem as floristas... Observe que até os trajes usados pelas pessoas são de um tempo distante, tanto nos modelos quanto nas cores. São os anos 70!

 Vista aérea da praça da Liberdade, década de 70/80 - BH 

A praça da Liberdade no bairro Funcionários. Notem que no entorno da praça não há edifícios gigantescos. Hoje? As casas foram demolidas e cederam lugar a um mar de prédios. E o pior, a maioria das casas eram da época da fundação da cidade. O nome do bairro já anuncia: Funcionários! As moradias foram construídas para os funcionários do Governo quando a Capital foi transferida de Ouro Preto para Belo Horizonte.

Vista aérea da do centro de BH com a Serra do Curral ao fundo.

Do centro da cidade nos anos 80 avistava-se a Serra do Curral, semi preservada, sem os bairros luxuosos que hoje quase cobrem o topo, e sem os estragos deixados pela mineradoras que ao longo de décadas ali se instalaram.

Aeroporto Internacional de Confins, região metropolitana de BH. 

O recém inaugurado Aeroporto de Confins, em 1984. Quase inativo durante décadas, hoje é utilizado por milhares de viajantes e tem sua área externa e kms a distância urbanizados. 

Bh Shopping na época de sua inauguração

O primeiro shopping de Belo Horizonte, denominado de "BH Shopping", inaugurado em 12 de setembro de 1979, num espaço deserto em plena Serra do Curral, na divisa com a cidade de Nova Lima e com 128 lojas. Atualmente possui quatro andares, 400 lojas e o seu entorno está hiper urbanizado e habitado por ter sido alvo de especulação imobiliária nos anos 90.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Perdendo a visão de um velho ponto de referência


Sempre passo pela avenida Assis Chateaubriand no bairro Floresta. É uma das minhas preferidas na cidade. Pelo casario antigo que é da primeira metade do século XX, embora uma boa dúzia deles já tenham cedido lugar para enormes arranhas-céu. 
Hoje, passei sem pressa e pude registrar o que desde 2012 ali se instalou como promessa de melhoria para as crianças da região. Mas que se encontra mesmo é enrolado... Falo da obra de construção do anexo da Escola Estadual Barão de Macaúbas, a primeira que existiu no bairro, é de 1922 e seu prédio antigo também está sendo restaurado para entrar em contraste com o resultado dessa gaiola de concreto que pode-se ver na foto.
Além da demora na obra, prevista para ser entregue esse mês (rsrsrsrs), me incomoda muito o estrago visual que ela já está causando. Vejam que por detrás da construção existe uma linda igreja, uma das mais antigas da cidade, que pelo jeito não poderá ser vista por quem passar pela avenida após a conclusão do prédio e de uma quadra coberta.
Perde-se ali a visão de mais um ponto de referencia num espaço que:  dá-lhe histórias para contar... 

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Obras do BRT ficarão prontas para a Copa de 2014?

Essa calmaria toda se deve ao fato de que tirei essas fotos ontem pela manhã. Se fosse num dia útil, com certeza o engarrafamento faria parte da paisagem. Diminuíram a pista afirmando que o espaço seria usado pelo BRT ( saiba mais aqui) e até agora tudo está só no esqueleto... Limparam a sujeira e deixaram o povo a ver navios?
Em todo caso, deixo aqui as fotos para a posteridade. Se irão criticar o desperdício de dinheiro público, ou se farão elogios à modernidade, só o tempo dirá.

Avenida Cristiano Machado, Belo Horizonte, MG.


Avenida Cristiano Machado, Belo Horizonte, MG.

Avenida Cristiano Machado, Belo Horizonte, MG. 

domingo, 1 de setembro de 2013

A Terra vista do Céu

Nome dado à exposição de fotografias tiradas pelo fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand em várias partes do mundo ao lango de sua vida profissional. Ele mostra detalhes, muitas vezes despercebidos pelas lentes pouco sensíveis da maioria dos turistas e moradores. E como o foco é aéreo, a grandiosidade do trabalho é quase indescritível. 
O que nos chamou a atenção nessa exposição, além claro de sua beleza e valor cultural, foi a relação de respeito e admiração dos transeuntes que diariamente percorrem a calçada do Parque Municipal, na avenida Afonso Pena, a principal  da região central de Belo Horizonte. Por várias vezes passei por ali e vi as pessoas observando, fotografando e tentando decifrar o que os olhos estavam a enxergar.
Grande também foi  o número de estudantes guiados por seus educadores, de todas as idades, em pleno centro urbano tendo uma aula de cidadania e  aproveitando um espaço público para tomar posse de um mundo até então desconhecido.






quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Curvas de Niemeyer em Belo Horizonte

Os meios de comunicação anunciaram a morte do grande mestre da arquitetura contemporânea. 
Um homem que deixa marcas em forma de curvas, por onde sua criatividade passou. 
Sonhos, conquistas, realizações de uma vida plena, longa e ativa. Um ser que nos deixa  com a tranquilidade de alguém que viveu intensamente a família, o trabalho, a construção de um novo espaço social. Um homem que teve vida longa, amor, solidariedade, competência, sabedoria, fama e por aí vai... 
E como ele disse " um vida simples " , ao meu ver normal, como deveria ser para milhões de pessoas que entendem ser,  essa simplicidade, uma coisa anormal, e não um direito de todos.
Que Deus receba Niemeyer nas curvas de seu templo! 

Edifício Niemeyer, Praça da Liberdade, construído em 1954
Igreja São Francisco de Assis, obra de Niemeyer e Portinare

terça-feira, 12 de junho de 2012

Caminhos do Ipê Rosa - Praça da Liberdade/BH

A praça está florida!
De frente ao prédio imponente
há um brilho cor-de-rosa. 
E ao longe parece renda.


Numa visão de ótica,
árvores tamanhas
quase tocam o infinito,
sob imponentes aranha-céus.




E colorem!
Alegram.
Buscam a atenção
dos que ali pisam.

Como um tapete,
estendem suas flores
num rosa vívido,
caídas ao chão.


Enfeitam a calçada. 
Encobrem as fachadas.
Entre um carro e outro
dão abrigo caladas.


Destacam-se na paisagem
de praça das mais agitadas,
e quase sem jardim,
nesse outono de passagem.


Basta olhar para o céu 
e logo os enxerga.
A bela criação de Deus
estendida feito um véu!



quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Parque Fazenda Lagoa do Nado

Esta é a lagoa que empresta o nome ao parque.

Antiga casa da fazenda, usada como sede administrativa e espaço cultural. 

Uma das várias esculturas espalhadas pelos jardins do parque. Observem os detalhes humanos e urbanos na mesma peça.
  
Córrego por onde é liberada a água da lagoa.

 Localizado na região norte de Belo Horizonte, entre os bairros Planalto e Itapuã, o Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado foi implantado em 1994. Com uma infraestrutura composta por biblioteca, sala multimeios, teatro de bolso, teatro de arena, quadras poliesportivas, campo de futebol, pista para caminhadas e viveiro de mudas, o parque realiza diversas atividades de educação ambiental, cultura e esporte com o apoio da Fundação Municipal de Cultura e da Secretaria Municipal de Esportes.  
 Sua vegetação é composta por espécies do Cerrado e por uma Mata Ciliar que circunda uma lagoa de 22 mil metros quadrados, formada pelo represamento de três nascentes. O córrego do Nado é um afluente do córrego Vilarinho, que deságua no ribeirão do Onça, unindo-se ao rio das Velhas, integrante da bacia do rio São Francisco.
 No final do século XIX, uma intensa movimentação de tropeiros e mercadores originários da Bahia e do Norte de Minas utilizavam o distrito de Venda Nova como entreposto comercial em suas rotas rumo ao Curral Del Rey ( atual Belo Horizonte ), Sabará e Rio de Janeiro.
 Aproveitando a parada, descansavam, lavavam suas roupas e banhavam-se às margens de um riacho de águas límpidas da redondeza. A ele deram o nome de córrego do Nado. 
A área hoje ocupada pelo Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado era, até na década de 60, uma parte da Fazenda Engenho Córrego do Nado, de propriedade da família do ex-prefeito de BH, Américo René Giannetti. Nesta época, o uso da área era restrito à família e aos seus amigos.
 Com a ocupação dos bairros e a chegada da urbanização na década de 60, a Fazendinha Janete, como era chamada localmente, foi caindo no abandono até que, no início dos anos 70, crianças e jovens da região começaram a utilizá-la como área para recreação.
Fonte de consulta: Portalpbh

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

12 de dezembro, aniversário de Belo Horizonte!


Ícone que representa o município, inspirado nos contornos da igrejinha da Pampulha e da Serra do Curral.
 Nossa cidade completa hoje, 114 anos!!

BH, vista noturna, arquivo da PBH, site ufmg. 

Com uma população de aproximadamente 2 375 444 hab, segundo dados do IBGE/2010, " BH, Beagá, Belô ou Cidade Jardim"; completa seus 114 anos de continuo crescimento de soluções e problemas comuns a uma grande cidade contemporanea.

Sobre a história de BH veja o post 2010/12/bh-completa-113-anos.html

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cenas cotidianas de uma lagoa.

 

Lagoa dos Marrecos.
Situada no Parque Municipal, na área central de Belo Horizonte, a Lagoa dos Marrecos é um belo atrativo para os visitantes. Nela "é  possível observar parte da fauna aquática que habita o Parque, como patos, marrecos, carpas coloridas, tilápias e cágados, que vivem dentro e fora da água". Na tranquilidade do seu entorno pode-se ouvir diversos sons de pássaros e observar a Cascata dos Marrecos, inaugurada em junho de 2008, com a transposição da água que nasce nas minas existentes nas adjacências do parque . Essas águas além da beleza paisagística  mantém  a umidade do ambiente e a  oxigenação da água que abastece a lagoa.

Fonte:http://portalpbh.pbh.gov.br/
  
Carpas disputando grãos.



Cascata dos Marrecos.
 

Carpas debaixo da cascata.
 

Ilha dos Marrecos.
























Assim que eu tiver um tempo extra, irei fotografar o Parque Municipal e farei uma postagem sobre sua história. Aguardem!!!

domingo, 13 de novembro de 2011

FiQ! Para todas as idades

De 9 a 13 de novembro ...

Imagem do folheto com a progamação.
  Terminou hoje, o 7º Festival Internacional de Quadrinhos (FiQ), segundo os organizadores, o maior evento da América Latina dedicado ao gênero.


Achei muito linda essa imagem no portal de entrada do estande. Adoro todos os personagens, principalmente o chico Bento e o Pitoco.
Nessa edição o cartunista homenageado foi Maurício de Sousa, criador da famosa Turma da Mônica, com revistas lidas e relidas por várias gerações desde 1970, ano de publicação da revista Nº1.


Exemplar original e autografado, estava exposto no estande em homenagem a Maurício de sousa. 
Fiz uma visita rápida ao festival hoje e fiquei encantada de ver tantos talentos desenhando e ensinando técnicas de desenho para o público de todas as idades.  Um espaço que achei bem democrático e aberto à novos talentos. Muitos jovens e crianças se encantando com  gibis históricos, como um ( não decorei o nome) de origem norte-americana datado de 1906 .
Enquanto alguns aguardavam ansiosos por novos personagens anunciados pelos cartunistas, outros procuravam exemplares com histórias dos super heróis da sua infância.
Ah! Achei bem engraçado no estande que informou sobre a história da impressão dos gibis, algumas crianças admirando o velho mimiógrafo a álcool e a máquina de escrever portátil, minúscula e manual utilizados para  a reprodução de páginas de quadrinhos. Como disse um senhor que também observava:
- Essa era a máquina de xerox usada pela minha professora!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Torres Gêmeas na vizinhança

Olá pessoal! Sei que ando sumida ... Falta tempo para blogar, apesar de gostar muito.
Hoje resolvi postar essa foto, quase postal, para mostrar as torres gêmeas que vejo todos os dias desse espaço verde, que é uma espécie de pulmão para muitos bairros  da região leste de BH.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cena cotidiana em uma praça de BH

Há algum tempo venho observando como os pássaros estão a cada dia mais presentes na área urbana da cidade. 
Essa foto tirei na Praça da Liberdade, do lado de um banco com pessoas assentadas, enquanto sem medo algum as pombas se alimentam de canjiquinha que alguém para elas levou.
Segundo os frequentadores da praça, essa cena é cotidiana! E... se repete em outras praças da cidade.
Da janela do meu apê, já num bairro mais tranquilo, muitas vezes no início de uma manhã ensoralada ou num final de tarde , sempre vejo algumas dezenas de pássaros pulando de galho em galho nas árvores da calçada ou do quintal da casa vizinha ao prédio. Alguns se permitem até uma voltinha por cima dos telhados.
No quintal do vizinho tem um pé de coqueiro licuri, e quando tem coquinho maduro... fica cheio de periquitos devorando-os. Eu até que tento tirar fotos, mas tenho muita dificuldade para vencer a esperteza dos bichinhos. É só perceber a máquina que eles vão logo embora!
Nesta época do ano é doce acordar com o canto dos sabiás! Ás vezes ouço os ben-ti-vis, e lógico, os bandos de periquitos.
Na semana passada li uma reportagem sobre a invasão dos pássaros e sua adaptação no perímetro urbano de Belo Horizonte. O relato  atribuiu o fato aos vários incêndios nas áreas de preservação e parques da região metropolitana.
Citaram mais de vinte espécies que conseguem sobreviver entre nós. Eu já observei algumas delas buscando alimentação até numa lixeira! Sinal de que eles estão encontrando o que vieram buscar...

domingo, 2 de outubro de 2011

A Lagoa da Pampulha nos anos 50

Quem observa essa imagem, na verdade  uma foto de um velho cartão postal, dos vários que tenho em minha coleção, nem imagina o quanto já foi chique e elitizado um passeio na orla da Lagoa da Pampulha...
Do início dos anos 40 até meados dos anos 60, era o passeio preferido pelas famílias da Capital mineira.
De corrida de carro ao velho banho na piscina do Iate Clube, ali era só diversão! Além é claro, do espaço "democrático" que não custava tão barato assim, por exemplo os passeios de barco ou canoa pelo leito da lagoa, naquele tempo com águas ainda sem poluição!
Na verdade, a barragem da Pampulha foi idealizada no final da década de 30, do século passado, para resolver parte do problema do abastecimento de água na região norte da cidade, considerada naquele tempo uma área rural. A partir de 1940, com os projetos de urbanização a área foi aos poucos sendo transformada num ponto turístico, se tornando  um dos símbolos da cidade de Belo Horizonte, infelizmente bem maltratado nos dias atuais... 
A denominação Pampulha foi herdada do nome de uma fazenda que abrangia o espaço onde hoje fica todo o complexo turístico da região. Pampulha significa " campo de pedra ". Acredita-se que a palavra é de origem portuguesa e é o nome de um antigo bairro de Lisboa, utilizado aqui por imigrantes portugueses que teriam sido proprietários da fazenda que deu origem ao lugar.