sexta-feira, 16 de agosto de 2013
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Taquaraçu de Minas
No século XVIII, por volta de 1740, alguns descendentes de bandeirantes paulistas a procura de ouro chegaram no lugar onde hoje está erguida a cidade de Taquaraçu de Minas.
A palavra taquaraçu é de origem indígena e significa taquara grossa ou taquara grande. É o nome usado para identificar uma das várias espécies de bambu que existem na região.
A cidade esteve vinculada ao município de Caeté até 1962, quando foi elevada a categoria de cidade.
Distante há 60 km de Belo Horizonte, é um lugar de pouco movimento, bastante acolhedor e que ainda conserva muito dos costumes rurais.
Sobrevive da agropecuária e do turismo. As águas claras do rio que corta a cidade é ótima para banhos e pesca.
Casa na avenida de frente ao rio, na parte central da cidade. Seria uma habitação comum de área rural se não fosse o meu olhar clínico para essa parede. Observem que nela há quatro etapas da evolução da alvenaria em Minas: pau-a-pique, adobe do século XIX, adobe do século XX e tijolos contemporâneos, excetuando o muro que é de outro tipo de tijolo. Achei muito interessante!!!
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| Detalhe do pau-a-pique. |
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| Rio Taquaraçu, no centro da cidade. |
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| Cristo Redentor, na praça principal. CASARÕES ANTIGOS ( séculos XVIII e XIX )
Igreja matriz do Santíssimo Sacramento. Essa foto foi copiada do site http://www.taquaracudeminas.mg.gov.br/
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terça-feira, 30 de julho de 2013
Como o mosaico de um artista aprendiz
Aos poucos venho chegando de mansinho. De volta pra esse aconchego, que não abandonei em definitivo, apenas fui forçada a dar um tempo, tempo que é remédio pra tudo. De fato, somente ele conseguiu me segurar, usando as mãos de Deus.
Estive doente. Males que me remeteram a um hospital. Problemas cotidianos subitamente abalaram o meu emocional e o reflexo se deu onde eu nem podia imaginar: a glicose sempre normal foi a 471, e com ela outras complicações. Dentre elas, a perda temporária de grande parte da visão. Sem o perfeito funcionamento da visão, o blog ...
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Em Minas, coisa é trem ...
"Coisa" palavra-ônibus que virou fenômeno na língua portuguesa. Nascida da linguagem popular, a palavra coisa é usada hoje até em textos científicos, com variados sentidos.
A palavra coisa assumiu tantos valores que cabe em quase todas as situações cotidianas para se exprimir uma ideia.
Em minas Gerais as coisas são chamadas de "trem". Menos o trem, que aqui é chamado de "a coisa". Quando o trem se aproxima da estação é fácil de se ouvir na multidão:
- Pega os trem, que lá vem a coisa!
Por essas e outras, é preciso saber de algumas coisas:
1º) Colocar cada coisa no devido lugar.
2º) Não ser cheio de coisas.
3º) Gente fina é outra coisa!
4º) Para o pobre a coisa está sempre feia: o salário não dá para coisa nenhuma.
5º) Uma coisa é falar e outra coisa é fazer.
6º) Existem coisas sem pé nem cabeça.
7º) Se você aceita qualquer coisa ...
8º) Bruxaria é coisa feita.
9º) Botar uma coisa na cabeça.
10º) Às vezes a coisa fica preta.
11º) Fazer a coisa certa.
12º) Tem gente que não diz coisa com coisa.
13º) Amar a Deus sobre todas as coisas.
14º) Entender o espirito da coisa.
15º) E se não entendeu, desculpe qualquer coisa!
Adaptado do artigo A "coisa" é uma coisa, publicado na revista Língua Portuguesa, nº 88/2013, PNDE, p. 44 a 47.
sábado, 13 de abril de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
Homenagem aos poetas mineiros
Porque, 14 de março é dia da poesia!
NA TOALHA DE MESA
( Drummond de Andrade)
Neste cantinho de mesa
o garfo dizia à colher:
A vida, como o talher,
deve brilhar de limpeza.
Repara na minha alvura
ao te sentares à mesa
fora contra a natureza
macular a face pura.
Senta-te nesta cadeira
e aceita o nosso jantar.
Tranquilo: em casa mineira
nunca faltou um lugar.
NA TOALHA DE MESA
( Drummond de Andrade)
Neste cantinho de mesa
o garfo dizia à colher:
A vida, como o talher,
deve brilhar de limpeza.
Repara na minha alvura
ao te sentares à mesa
fora contra a natureza
macular a face pura.
Senta-te nesta cadeira
e aceita o nosso jantar.
Tranquilo: em casa mineira
nunca faltou um lugar.
segunda-feira, 11 de março de 2013
Palma Barroca
Artesanato típico da cidade de Sabará, de tradição portuguesa, trazido para o Brasil na época do Império.
É feito de folhas de cobre e banhado a ouro ou prata. Usado para enfeitar altares, oratórios e igrejas.
Atualmente são poucas as mulheres que além de saberem o ofício, dedicam-se a essa tradição. Por ser raro, é um dos artesanatos mais caros aqui em Minas Gerais.
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