![]() |
| Museu Arquidiocesano de Arte Sacra , Mariana-MG |
sexta-feira, 25 de janeiro de 2013
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
Feliz 2013 !
Chega ao fim o ano previsto para não acabar. É!!! Lembram-se
do fim do mundo? Por sorte, pela vontade de Deus ou por falha humana,
continuamos firmes e fortes.
Fim de ano é momento de fazermos um balanço geral,
levantarmos falhas e acertos e tentarmos um planejamento de mudança para o ano
novo que se inicia.
Meu balanço aqui no blog aponta um saldo devedor. Devedor de
novidades, postagens e visitas aos amigos.
Infelizmente nesse segundo semestre tive muitos
contratempos, trabalho excessivo e pouco ânimo para buscar matéria-prima para
novas postagens. Até que fiz algumas visitinhas ali e acolá, tirei fotos... mas
organizar tudo em pensamento e esse em texto, eu consegui muito pouco.
Taí a minha promessa para 2013: não deixar o blog esquecido,
ser mais presente e retribuir todo o carinho que recebo aqui nesse espaço.
A todos que passarem por aqui, desejo um feliz 2013, muita
paz, saúde e prosperidade!
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
Curvas de Niemeyer em Belo Horizonte
Os meios de comunicação anunciaram a morte do grande mestre da arquitetura contemporânea.
Um homem que deixa marcas em forma de curvas, por onde sua criatividade passou.
Sonhos, conquistas, realizações de uma vida plena, longa e ativa. Um ser que nos deixa com a tranquilidade de alguém que viveu intensamente a família, o trabalho, a construção de um novo espaço social. Um homem que teve vida longa, amor, solidariedade, competência, sabedoria, fama e por aí vai...
E como ele disse " um vida simples " , ao meu ver normal, como deveria ser para milhões de pessoas que entendem ser, essa simplicidade, uma coisa anormal, e não um direito de todos.
Que Deus receba Niemeyer nas curvas de seu templo!
![]() | ||
| Edifício Niemeyer, Praça da Liberdade, construído em 1954 |
![]() |
| Igreja São Francisco de Assis, obra de Niemeyer e Portinare |
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Jabuticaba docinha, de Sabará!
É assim que o caminhão de frutas, anuncia pelas ruas, as deliciosas jabuticabas de Sabará, das quais já falei Aqui
segunda-feira, 26 de novembro de 2012
E quem falou que Minas não tem mar?
Guapé : sob as águas de Furnas, um lago cinco vezes maior do que a Baía de Guanabara.
O município de Guapé-MG, distante 320 km de Belo Horizonte, surgiu a partir da doação de terras a São Francisco de Assis. Explico: um fazendeiro devoto do santo fez uma promessa e ao ter a graça alcançada doou as terras que foram usadas pela Igreja Católica para a construção de um santuário em louvor a São Francisco. E como sempre acontece, em torno de uma igreja sempre surge um povoado que evolui lentamente para uma cidade.
![]() |
| Imagem Daqui |
Esse fato ocorreu no início do século XIX. Por volta de meados dos anos 50 do século XX, em razão da construção do Lago Furnas, a cidade foi condenada a desaparecer, ficar submersa, até que entre 1963-1965 o fato se consumou e a população teve que antecipadamente ser transferida para uma novo espaço, indo habitar no que seria uma cópia da antiga cidade.
Quando a seca atinge as águas do lago, a vazante deixa à mostra a principal construção da antiga cidade: a torre da igreja com a imagem de São Francisco.
O lugar que antes era sustentado pelas atividades agrícolas, após a construção da represa possui sua economia sustentada pelo turismo. Belíssimas paisagens, banhos, pesca, camping, naútica e outras opções de lazer atraem centenas de turistas nos finais de semana, feriados e férias ecolares.
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Um jornal diferente
| Imagem Daqui |
Um meio de comunicação alternativo na cidade de São João Del Rei.Com a proposta de informar à população são-joanense o que acontece no município por um método artesanal, simples e econômico, um mural.
Seu idealizador foi João Lobosque Neto, Fiscal da Receita Estadual, mais conhecido como Joanino Lobosque que, por sua vez, teve inspiração na figura de Dona Adelina Corroti, que na segunda década do século XX tinha por hábito pregar nos postes, mensagens, recados e notícias diversas que causaram grande interesse por parte da população.
A coleta de dados acontecia quando, em exercício da sua profissão, Lobosque percorria toda a cidade, observando assim, os fatos do cotidiano das pessoas. Este informativo não obedecia a uma periodicidade de acordo com a incidência dos acontecimentos locais.
Desde 1952, o jornal era manuscrito e, sempre que acontecia “um furo”, Lobosque ou algum colaborador percorria os principais pontos da cidade tocando uma sirene, o que ocasionava um grande aglomerado de pessoas em torno do poste para se inteirarem dos fatos ali afixados.
Em 1958, o “Jornal do Poste” foi registrado em cartório.Com grande popularidade, o informativo contava com oito páginas e passou a ser fixado em murais distribuídos em pontos estratégicos da cidade. Sua produção também mereceu novas adequações. O que antes era manuscrito, passou a ser datilografado. As manchetes continuaram manuscritas, porém ganharam destaque com o uso de pincéis atômicos nas cores verde, vermelha e azul.
A grande procura por parte da população chamou a atenção não apenas de Lobosque como também dos comerciantes que viram neste veículo uma oportunidade para a divulgação de seus serviços e produtos.Deste modo, o jornal passou a se auto-sustentar com a venda de anúncios publicitários.
Joanino Lobosque contava a ajuda de colaboradores que, além de enviar notícias, o ajudavam na confecção e na distribuição dos jornais nos quinze placares existentes na época . Além de assuntos políticos e jurídicos, o jornal noticiava crimes, casamentos, agenda paroquial, intrigas das mais diversas naturezas, separações, falecimentos, nascimentos, enfim, todo tipo de acontecimento social.
Joanino Lobosque passava horas antenado nos noticiários nacionais e internacionais. Seu grande companheiro era um rádio que, durante a madrugada, disponibilizava um grande volume de informações que poderiam ser de interesse da população são-joanense, como é o caso do noticiário do “Repórter Esso”.
Com a morte do seu fundador em 1985, José Firmino Monteiro, antigo colaborador e “braço direito” do jornal, adquiriu os direitos da família de Lobosque e dá continuidade ao “Jornal do Poste”.
Em 1991, após a morte de José Firmino Monteiro, seu filho, Cláudio José Monteiro, com apenas dezoito anos de idade, continuou com a tradição do “Jornal do Poste”. Com a nova administração, o jornal sofreu algumas alterações. Cláudio optou por uma postura mais moderada e a partir do ano de 2000 informatizou o jornal.
fonte: pesquisa google - diversos
domingo, 18 de novembro de 2012
Made in Barbacena
Quem viaja pela BR-040 no sentido Belo Horizonte - Rio de janeiro, ao adentrar o trecho que corta o município de Barbacena poderá observar os enormes galpões com cobertura em estufas, onde são cultivadas várias espécies e cores de rosas.
![]() |
| Foto tirada com o carro em movimento |
Quase sempre, perto dessas plantações, os proprietários mantem uma tenda onde pode-se comprar mudas e flores a preços bastante em conta. O difícil é saber qual delas é a mais bonita...
Passei por lá uma dia desses, registrei e hoje quis mostrar aqui.
Barbacena é uma cidade de médio porte, localizada na região do Campo das Vertentes em Minas Gerais, distante 170 km da Capital do estado, e conhecida em todo o país como " Cidade das Rosas ".
As rosas não são originárias do Brasil. Há indícios de que os padres jesuítas as teria trazido e cultivado para utilizar nas cerimônias religiosas ainda no período colonial.
O cultivo teria se intensificado somente no Império, quando era possível encontrá-las raramente em jardins públicos.
Em Barbacena, o cultivo foi introduzido pelos imigrantesitalianos e alemães a partir do início do século XX. Somente em 1962 a produção comercial tomou impulso. A grande e variada produção, levou os produtores em 1968 a organizarem a Festa das Rosas. Desde então, já aconteceram 41 vezes o evento que inicialmente era uma comemoração local, mas hoje envolve um enorme público com shows, desfiles, concursos e a venda de muitas mudas e flores, sempre no mês de outubro.
Assinar:
Postagens (Atom)














