sábado, 9 de junho de 2012

Não julgue pela aparência


Da última vez que estive em Diamantina, passando pelo Beco da Tecla ( nº12), me chamou a atenção uma loja no que seria um porão (?) de um dos sobrados daquela descida para a praça do Mercado dos Tropeiros.
Despertei para os tecidos empilhados na porta, o que me sugeria ser uma loja de tecidos ou armarinho especializado em artigos para costura. Coisa já meio escassa aqui na Capital e que ao meu ver mereceu um registro para a posteridade. Não tive curiosidade de adentrar o estabelecimento para averiguar o que havia em seu interior. Parei, fotografei e segui observando outras curiosidades do beco.
Hoje, fui avisada de que uma emissora de TV estava reprisando um programa sobre a cidade de Diamantina e corri para assistir.Tamanha foi a minha surpresa ao ver o apresentador adentrando o estabelecimento que julguei ser, uma simples loja de tecidos! Imaginem que na verdade o local é uma alfaiataria, a " Alfaiataria do Jonas", famosa e tradicional aos habitantes da cidade. Tanto pelo trabalho do alfaiate, quanto pela transformação que ali dentro acontece quando ao final do expediente se fecham as portas.
De acordo com a entrevista dada ao trilhas-do-sabor (http://www.facebook.com/trilhasdosabor/info)       o local se transforma num (bar) cantinho de confraternização entre o Jonas e seus amigos, regada ao que ele chama de "suco de cana" e tira gostos variados. 
Lição aprendida: não julgue pela aparência.   

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Corpus Christi em Sabará 2012



O dia ontem amanheceu ensolarado aqui em BH. Logo cedo segui para Sabará, distante uns 20 Km daqui. Cidadezinha do século XVIII que mantém muitas das tradições herdadas da religiosidade católica portuguesa. Para mim, uma enorme chance de ouvir banda de música em procissão, apreciar os trajes e paramentos tradicionais usados nessas cerimônias e de fotografar os lindos tapetes coloridos, além de rezar é claro. Não sou beata, mas tenho minhas devoções.
A surpresa foi que, os tapetes confeccionados na noite anterior foram destruídos por uma chuva que caiu na cidade na madrugada. Então, quando cheguei vi parte do restou e o que deu para ser reconstruído pelos artesãos enquanto o padre celebrou a missa campal.
Claro que isso não tirou o brilho da festa, aliás, levou ao improviso com outras alternativas como tapetes de tecidos enfeitados com flores naturais e muitas toalhas e colchas nas janelas do casario nas ruas por onde a procissão passou.


 






quarta-feira, 6 de junho de 2012

Como o tempo passa!


Novamente agradeço primeiro a Deus por nos dar disposição e saúde para manter firme esse espaço. Em segundo lugar agradeço aos amigos e visitantes que por aqui sempre passam para nos prestigiar.  

"Todo mineiro tem um trem de ferro apitando nas veias, uma montanha brilhando nos olhos e uma banda tocando nos ouvidos". Jorge Fernando dos Santos.

Assim sou Eu! E não me imagino diferente...


domingo, 27 de maio de 2012

Festa do Divino Espírito Santo


passadicovirtual.blogspot

Tradição herdada dos colonizadores. Dia festivo em Minas Gerais desde o início da ocupação do território pelos mineradores, a partir do século XVIII. 
Atualmente, se a apreciação do evento para muitos não tem cunho religioso, pelo menos que o percebam como uma grande manifestação cultural felizmente ainda mantida com muito fervor pelos devotos católicos, fervor religioso que comprova com folga nossas raízes portuguesas.
" Em Diamantina, os festejos incluem cortejo com participantes em trajes de época do império, alvorada, missa e espetáculo de fogos de artifício.
Originalmente, a Festa do Divino constituía-se do estabelecimento do Império do Divino, com palanques e coretos, onde se armava o assento do Imperador, uma criança ou adulto escolhido para presidir a festa, que gozava de poderes de rei. Tinha o direito, inclusive, de ordenar a libertação dos presos comuns, em certas localidades do Brasil e  de Portugal.
Para arrecadar os recursos de organização da festa, fazia-se antecipadamente a folia do Divino: grupos de cantadores visitam as casas dos fiéis para pedir donativos e todo tipo de auxílio. Levavam com eles a Bandeira do Divino, ilustrada pela Pomba que simboliza o Espírito Santo e era recebida com grande devoção em toda aparte. Essas folias percorriam grandes regiões, se estendendo por semanas ou meses inteiros. 
Para se ter uma ideia do prestígio da Festa do Divino no século XIX, o folclorista Câmara Cascudo lembra que o título de "Imperador do Brasil" foi escolhido em 1823 pelo ministro José Bonifácio, porque o povo estava mais habituado com o título de imperador (do Divino) do que com o nome de rei." 

fonte: educacão.uol.com.br/cultura-brasileira/

sábado, 26 de maio de 2012

domingo, 20 de maio de 2012

Painel de azulejos da Igreja da Pampulha


Às margens da Lagoa da Pampulha há uma igrejinha, minúscula no espaço ocupado, mas grandiosa quando o assunto é arte ... 
No lado externo e interno existem painéis feitos com azulejos em tons azul e branco. Esse da imagem acima é o painel externo que retrata parte da vida de São Francisco de Assis, santo protetor dos animais e padroeiro da igreja.
A obra é do artista Cândido Portinari, que juntamente com o paisagista Burle Marx e o arquiteto Oscar Niemeyer fizeram parte da equipe contratada por Juscelino Kubitschek (ex-presidente do Brasil) na época ainda prefeito de Belo Horizonte, para atuarem na projeção e construção do conjunto paisagístico da Pampulha.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Novela da Copa, capítulo Mineirão, cenas cotidianas...

Passando e observando por fora .... logo percebe-se muita movimentação e todo desconforto que uma obra sempre trás.




O entorno está esquecido e se degradando aos poucos. A água da Lagoa da Pampulha já  teve outro tom ... veja aqui  um-domingo-como-tantos-outros. esse verde é uma nata de lodo mal cheiroso, pude conferir há uma semana atrás.

 

Abaixo o que se espera após a conclusão da obra. Confira andamento no link da foto.

fotografia.folha.uol

Diz o ditado: Há quem consiga desvestir um santo para vestir a outro. Será que vale a pena?