Abundante em Minas Gerais, o cristal de rocha é uma variedade cristalina de quartzo incolor, transparente e puro. Possui várias utilidades, da indústria de jóias à indústria de eletrônicos. É muito utilizado também como energizador em terapias místicas.
terça-feira, 24 de abril de 2012
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Encontrando Minas em outras esquinas
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| Grupo moçambique de dores do Indaiá-MG |
Aconteceu, de 8 a 16 de abril, a 103ª Festa de São Benedito em Aparecida -SP. Sempre ouvi falar dessa manifestação religiosa e então, como fã de nossas raízes culturais, resolvi conhecer.
Para minha surpresa, a festa é realizada em SP, mas o espetáculo é mineiro! Dentre os grupos de congado que observei pelas ruas da cidade, a maioria era de cidades do interior de Minas Gerais, inclusive, tinha grupos até da Capital.
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| Em meio aos congos, a corte, muita criticada por Burton no século XIX. |
Não vou afirmar que fui em Aparecida para assistir o que vejo aqui, porque apreciar de uma única vez, muitos grupos, de lugares tão distantes e diferentes do nosso estado, é mesmo uma raridade... Confesso que me surpreendi com alguns,. eles seguem uma mesma linha de organização, mas são ecléticos no estilo e isso torna tudo bem colorido e divertido.
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| Grupo unidos de N S do Rosário, cidade de Luz-MG. |
Para quem não sabe, os congados são grupos folclóricos de origem mistica baseados na cultura africana e portuguesa, com mesclas caboclas. Eles fazem devoção a Nossa Senhora do Rosário, São Benedito e Santa Efigênia. Existem aqui em Minas desde o século XVIII, promovendo anualmente festas em devoção aos santos que tomaram como patronos. Os grupos se reúnem nas diversas localidades onde acontecem a festa, com de rezas, cantorias, danças, muita comida e bebida.
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| Congada de Santa Efigênia, cidade de Ouro Preto-MG. |
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| O barulho que vem dos pés!!! |
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| O ritmo marcado pelos tambores. |
Sempre após a procissão, no último dia de festa, elegem os novos festeiros e como despedida os promotores do ano, distribuem doces. Dizem que os doces simbolizam a fartura!
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| Elegância e passos bem ensaiados dão um charme especial. |
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| O colorido das fitas é memorável. Cada cor em louvor a um santo. |
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| Grupo de Sabará-MG |
Todas as fotos foram tiradas por mim, nas ruas da cidade de Aparecida-SP, durante o desfile e a procissão dos grupos de congado. Em meio à multidão que assistia ficou difícil registrar todos os grupos.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Tapetes coloridos para a procissão da ressurreição em Diamantina
Amanhece.
É domingo da ressurreição. Dia de manhã festiva na cidade ... O turista desavisado, ao sair pelas ruas, fica admirado, diante de tamanha obra de arte.
E o tapete colorido vai sendo admirado e fotografado, enquanto indica o caminho para o largo principal da cidade.
No largo da igreja matriz tudo, arrumado para a festa. Festa católica nos rituais, mas pela beleza a todos atrai
E entrando na igreja, basta subir à sacada do coro, para de lá admirar de novo o cenário.
O belo medalhão com o Cristo ressuscitado, nascido das mãos abençoadas de um artista, que por trás de tamanha beleza se oculta.
E descendo a rua direita, aos poucos o povo vai chegando.
Para acompanhar os tapetes, dos casarões coloniais, esvoaçantes colchas coloridas parecem querer cair das janelas.
E já enfeitada, a igreja quieta, o início da missa espera.
E ao termino das orações, sai o cortejo com o Santíssimo.
A multidão acompanha , por fé no Cristo e admiração ao cenário.
E das janelas enfeitadas, quem já não consegue seguir os passos da multidão, fica olhando a procissão, recordando com saudades o quanto era bonita no passado.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Datas, mais um cantinho de Minas
Cidade distante 272 km de Belo Horizonte, próxima às cidades de Diamantina e Serro.
Tem sua história ligada ao ciclo da mineração. O garimpo de diamantes teria atraído muitas pessoas para a região, com destaque para os Caldeira Brant.
O nome da cidade deriva da denominação dada aos aos lotes de terras concedidos pelo governo Imperial aos garimpeiros, “datas”.
Destaca-se na cidade a igreja matriz do Divino Espírito Santo, projetada por um arquiteto francês, com financiamento de um rico minerador do lugar, Florêncio Marques, e inaugurada em 1870.
domingo, 18 de março de 2012
Feriado religioso: crença, turismo e outros...
Recebi por email e resolvi compartilhar.
Um feriado de muitas tradições religiosas aqui em Minas Gerais. Um tanto quanto modificado no ritmo das celebrações e principalmente na duração dos "dias de guarda", ou seja, de oração e penitência, pois há décadas atrás o feriado se compunha da 4ª feira santa ao domingo de páscoa, mas atualmente se limita à 6ª feira santa porque o comércio e a indústria não podem parar...
Se procurarmos, hoje não é difícil encontrar bares ( e até outros comércios) que além de abrirem na 6ª feira santa, nem sequer abaixam suas portas quando passam as procissões. Dizem que isso é "liberdade religiosa", eu prefiro chamar de falta de respeito. Liberdade religiosa é também saber respeitar as tradições e manifestações de crenças diferentes da nossa, não é mesmo?
De qualquer forma, é uma época de grande procura pelas cidades do interior do estado. Quem mora na Capital quer participar das tradições familiares de sua terra natal. Quem não conhece as cidades históricas, quer aproveitar a chance para conhecer os monumentos e as centenárias tradições culturais e religiosas dessas localidades. Enfim, cada um vai ao encontro do seu objeto.
quarta-feira, 14 de março de 2012
Pico do Itacolomi
O Pico do Itacolomi possui 1772 m de altitude e está localizado na Serra do Espinhaço dentro do Parque Estadual do Itacolomi, na divisa entre os municípios de Mariana e Ouro Preto, em Minas Gerais. O Parque Estadual do Itacolomi é uma unidade de conservação.
De origem tupi, o termo Itacolomi quer dizer menino de pedra, através da junção dos termos itá (pedra) e Kunumim (menino).
Foi o marco para localização das minas de ouro pelos bandeirantes na região. Graças à visão proporcionada pelo pico, o bandeirante Antônio Dias de Oliveira conseguiu localizar o Vale do Tripuí em 1698. O pico foi marco para o início do povoamento de Vila Rica, hoje Ouro Preto.
Quase sempre encoberto por nuvens, se mostra imponente no cenário histórico de Ouro Preto, mas devido às cadeias de montanhas, o pico não pode ser visto do centro de Mariana, embora pertença ao território da cidade.
O Pico do Itacolomi está para Ouro Preto, como o Cristo Redentor está para o Rio de Janeiro, a Torre Eiffel está para Paris, e tantos outros monumentos importantes que identificam o lugar onde se encontram.
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Parque Fazenda Lagoa do Nado
| Esta é a lagoa que empresta o nome ao parque. |
| Antiga casa da fazenda, usada como sede administrativa e espaço cultural. |
| Uma das várias esculturas espalhadas pelos jardins do parque. Observem os detalhes humanos e urbanos na mesma peça. |
| Córrego por onde é liberada a água da lagoa. |
Localizado na região norte de Belo Horizonte, entre os bairros Planalto e Itapuã, o Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado foi implantado em 1994. Com uma infraestrutura composta por biblioteca, sala multimeios, teatro de bolso, teatro de arena, quadras poliesportivas, campo de futebol, pista para caminhadas e viveiro de mudas, o parque realiza diversas atividades de educação ambiental, cultura e esporte com o apoio da Fundação Municipal de Cultura e da Secretaria Municipal de Esportes.
Sua vegetação é composta por espécies do Cerrado e por uma Mata Ciliar que circunda uma lagoa de 22 mil metros quadrados, formada pelo represamento de três nascentes. O córrego do Nado é um afluente do córrego Vilarinho, que deságua no ribeirão do Onça, unindo-se ao rio das Velhas, integrante da bacia do rio São Francisco.
No final do século XIX, uma intensa movimentação de tropeiros e mercadores originários da Bahia e do Norte de Minas utilizavam o distrito de Venda Nova como entreposto comercial em suas rotas rumo ao Curral Del Rey ( atual Belo Horizonte ), Sabará e Rio de Janeiro.
Aproveitando a parada, descansavam, lavavam suas roupas e banhavam-se às margens de um riacho de águas límpidas da redondeza. A ele deram o nome de córrego do Nado.
A área hoje ocupada pelo Parque Municipal Fazenda Lagoa do Nado era, até na década de 60, uma parte da Fazenda Engenho Córrego do Nado, de propriedade da família do ex-prefeito de BH, Américo René Giannetti. Nesta época, o uso da área era restrito à família e aos seus amigos.
Com a ocupação dos bairros e a chegada da urbanização na década de 60, a Fazendinha Janete, como era chamada localmente, foi caindo no abandono até que, no início dos anos 70, crianças e jovens da região começaram a utilizá-la como área para recreação.
Fonte de consulta: Portalpbh
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