sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Cenas cotidianas de uma lagoa.

 

Lagoa dos Marrecos.
Situada no Parque Municipal, na área central de Belo Horizonte, a Lagoa dos Marrecos é um belo atrativo para os visitantes. Nela "é  possível observar parte da fauna aquática que habita o Parque, como patos, marrecos, carpas coloridas, tilápias e cágados, que vivem dentro e fora da água". Na tranquilidade do seu entorno pode-se ouvir diversos sons de pássaros e observar a Cascata dos Marrecos, inaugurada em junho de 2008, com a transposição da água que nasce nas minas existentes nas adjacências do parque . Essas águas além da beleza paisagística  mantém  a umidade do ambiente e a  oxigenação da água que abastece a lagoa.

Fonte:http://portalpbh.pbh.gov.br/
  
Carpas disputando grãos.



Cascata dos Marrecos.
 

Carpas debaixo da cascata.
 

Ilha dos Marrecos.
























Assim que eu tiver um tempo extra, irei fotografar o Parque Municipal e farei uma postagem sobre sua história. Aguardem!!!

domingo, 13 de novembro de 2011

FiQ! Para todas as idades

De 9 a 13 de novembro ...

Imagem do folheto com a progamação.
  Terminou hoje, o 7º Festival Internacional de Quadrinhos (FiQ), segundo os organizadores, o maior evento da América Latina dedicado ao gênero.


Achei muito linda essa imagem no portal de entrada do estande. Adoro todos os personagens, principalmente o chico Bento e o Pitoco.
Nessa edição o cartunista homenageado foi Maurício de Sousa, criador da famosa Turma da Mônica, com revistas lidas e relidas por várias gerações desde 1970, ano de publicação da revista Nº1.


Exemplar original e autografado, estava exposto no estande em homenagem a Maurício de sousa. 
Fiz uma visita rápida ao festival hoje e fiquei encantada de ver tantos talentos desenhando e ensinando técnicas de desenho para o público de todas as idades.  Um espaço que achei bem democrático e aberto à novos talentos. Muitos jovens e crianças se encantando com  gibis históricos, como um ( não decorei o nome) de origem norte-americana datado de 1906 .
Enquanto alguns aguardavam ansiosos por novos personagens anunciados pelos cartunistas, outros procuravam exemplares com histórias dos super heróis da sua infância.
Ah! Achei bem engraçado no estande que informou sobre a história da impressão dos gibis, algumas crianças admirando o velho mimiógrafo a álcool e a máquina de escrever portátil, minúscula e manual utilizados para  a reprodução de páginas de quadrinhos. Como disse um senhor que também observava:
- Essa era a máquina de xerox usada pela minha professora!

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Torres Gêmeas na vizinhança

Olá pessoal! Sei que ando sumida ... Falta tempo para blogar, apesar de gostar muito.
Hoje resolvi postar essa foto, quase postal, para mostrar as torres gêmeas que vejo todos os dias desse espaço verde, que é uma espécie de pulmão para muitos bairros  da região leste de BH.

sábado, 22 de outubro de 2011

Apenas uma rua

Uma rua em São João Del Rey

Apenas uma rua.
Não sei o seu nome,
mas vejo suas cores,
cantos, encantos e amores.
Nas janelas de treliças,
nos casarões centenários,
nos detalhes que dão vida,
às fachadas decoradas.
Cada placa aqui indica,
coisas além da cobiça,
que das sacadas podem ser vistas.
E no instante do clique,
nenhum rumor, nenhum pavor,
tudo era  só silêncio,
tudo era calmaria e amor!

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Cena cotidiana em uma praça de BH

Há algum tempo venho observando como os pássaros estão a cada dia mais presentes na área urbana da cidade. 
Essa foto tirei na Praça da Liberdade, do lado de um banco com pessoas assentadas, enquanto sem medo algum as pombas se alimentam de canjiquinha que alguém para elas levou.
Segundo os frequentadores da praça, essa cena é cotidiana! E... se repete em outras praças da cidade.
Da janela do meu apê, já num bairro mais tranquilo, muitas vezes no início de uma manhã ensoralada ou num final de tarde , sempre vejo algumas dezenas de pássaros pulando de galho em galho nas árvores da calçada ou do quintal da casa vizinha ao prédio. Alguns se permitem até uma voltinha por cima dos telhados.
No quintal do vizinho tem um pé de coqueiro licuri, e quando tem coquinho maduro... fica cheio de periquitos devorando-os. Eu até que tento tirar fotos, mas tenho muita dificuldade para vencer a esperteza dos bichinhos. É só perceber a máquina que eles vão logo embora!
Nesta época do ano é doce acordar com o canto dos sabiás! Ás vezes ouço os ben-ti-vis, e lógico, os bandos de periquitos.
Na semana passada li uma reportagem sobre a invasão dos pássaros e sua adaptação no perímetro urbano de Belo Horizonte. O relato  atribuiu o fato aos vários incêndios nas áreas de preservação e parques da região metropolitana.
Citaram mais de vinte espécies que conseguem sobreviver entre nós. Eu já observei algumas delas buscando alimentação até numa lixeira! Sinal de que eles estão encontrando o que vieram buscar...

domingo, 2 de outubro de 2011

A Lagoa da Pampulha nos anos 50

Quem observa essa imagem, na verdade  uma foto de um velho cartão postal, dos vários que tenho em minha coleção, nem imagina o quanto já foi chique e elitizado um passeio na orla da Lagoa da Pampulha...
Do início dos anos 40 até meados dos anos 60, era o passeio preferido pelas famílias da Capital mineira.
De corrida de carro ao velho banho na piscina do Iate Clube, ali era só diversão! Além é claro, do espaço "democrático" que não custava tão barato assim, por exemplo os passeios de barco ou canoa pelo leito da lagoa, naquele tempo com águas ainda sem poluição!
Na verdade, a barragem da Pampulha foi idealizada no final da década de 30, do século passado, para resolver parte do problema do abastecimento de água na região norte da cidade, considerada naquele tempo uma área rural. A partir de 1940, com os projetos de urbanização a área foi aos poucos sendo transformada num ponto turístico, se tornando  um dos símbolos da cidade de Belo Horizonte, infelizmente bem maltratado nos dias atuais... 
A denominação Pampulha foi herdada do nome de uma fazenda que abrangia o espaço onde hoje fica todo o complexo turístico da região. Pampulha significa " campo de pedra ". Acredita-se que a palavra é de origem portuguesa e é o nome de um antigo bairro de Lisboa, utilizado aqui por imigrantes portugueses que teriam sido proprietários da fazenda que deu origem ao lugar.