quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O mais famoso monumento de BH




















O pirulito da Praça Sete é um obelisco que a cidade de Belo Horizonte recebeu do "povo de Betim" , por ocasião da comemoração do centenário da independencia do Brasil.
A jovem cidade de 35 anos recebe o monumento em 1922 e  somente dois anos depois ele ganhou um lugar bem no centro da cidade, na então Praça XV de novembro, que posteriormente passou a se chamar Praça Sete de Setembro.
Da sua inauguração em 1924 até o início dos anos 60 permaneceu no mesmo lugar. Em 1963 foi retirado e levado para o Museu Abílio Barreto de onde foi transferido para a Praça da Savassi lá permanecendo até 1980, quando retornou ao seu local de origem - a Praça Sete.
Desde então, serve de referencia para o encontro de multidões que protestam, reinvidicam  e comemoram suas vitórias.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

12 de outubro, um dia especial!


A fé e a esperança por dias melhores estão presentes nas orações de milhares de pessoas que reverenciando ou não a imagem de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, acreditam acima de tudo numa força superior a qual chamamos de Deus.
E por acreditarmos nessa força superior, é que trabalhamos e acreditamos num mundo melhor para nossas crianças. Que não só no dia de hoje, mas em todos os momentos da vida elas possam receber o nosso carinho, respeito, dedicação e acima de tudo muito amor!!!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

"Ser mineiro é comer um kaol "



Essa é a frase que se lê ao entrar no Café Palhares e observar a placa dependurada na parede. A palavra na verdade é uma sigla: K da cachaça ( no lugar do c ), a de arroz, O de ovo e L de lingüiça.
A sigla foi criada pelo radialista Rômulo Paes para identificar de forma elegante o que não passa na verdade de um P.F muito apreciado pelos fregueses desse estabelecimento gastronômico. Nos anos 40 surgiu essa composição original, que foi alterada nos anos 70 sendo acrescentada a ela couve, farofa e torresmo.
O kaol tornou-se um prato típico de BH e símbolo do Café Palhares inaugurado em 1938 e ainda funcionando no mesmo endereço.
É consumido diariamente por centenas de pessoas que circulam pelo centro e não perdem a chance de parar para degustar essa iguaria, quase sempre antecedida por uma dose de cachaça ou acompanhada por uma cervejinha bem gelada.
É a opção mais famosa no cardápio e rendeu fama ao estabelecimento muito bem freqüentado por artistas, políticos e boêmios em geral.
Atualmente quem não quiser degustar o prato no local, pode levá-lo para casa. Basta escolher o tamanho do marmitex: diz-se boné para o  tamanho pequeno e chapéu para o maior.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Assim começa a diferença



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Fazer a diferença tornou-se uma necessidade do homem contemporâneo. Fazer a diferença onde? Como? Por quê? Para quê?
Em tempos visíveis de esgotamento dos recursos renováveis, faz-se necessário refletir sobre algumas atitudes muitas vezes simplórias que podem contribuir muito para a salvação e ou preservação de nossos recursos naturais.
Lembro-me de ser ainda criança, quando ouvi e não me esqueci das sábias palavras ditas várias vezes pelo “ Sô Totonho” como era conhecido o senhor Antonio Marques, nosso vizinho há vários anos e já falecido há tantos outros.
Certa vez ele disse: ”a gente conhece a educação de uma pessoa até pela forma que ela abre a torneira para lavar as mãos”. Ele gostava de ensinar bons modos para a garotada. Há mais de vinte anos já era um militante em prol da preservação da água.
Na verdade, o que “Sô Totonho” queria, era que os meninos aprendessem a economizar a água na hora de lavar as mãos. E assim ele ensinava a tomar o banho sem ficar o tempo todo com o chuveiro ligado, a lavar a louça sem ficar com a torneira aberta e tantas outras coisas que levavam as pessoas a chamá-lo de pão-duro e até a evitar visitas à sua casa.
Diziam até que a sua esposa lavava o banheiro na hora em que tomava o banho e deixava para fazer isso lá pelas tantas horas da noite quando ele já estava dormindo, para gastar água sem ele reclamar.
Tantas falas, tantos cuidados... Mas o“Sô Totonho”, coitado! Hoje entendo que ele só queria economizar a água e a energia elétrica para o futuro...

Postagem coletiva sobre desenvolvimento sustentável, proposta por Flora Maria do blog http://floradaserra.blogspot.com/

sábado, 2 de outubro de 2010

Esse é o primeiro selinho que ganhei

Muitos de vocês já devem ter visto o selinho do meu blog, bem aqui do lado direito. Para tê-lo basta ser um seguidor, clicar na imagem e copiar. Como ainda não o vi em nenhum dos blogs que visito, acho que ninguém ainda o copiou ...

Mas hoje, o que importa aqui nessa postagem é falar sobre a minha satisfação de ter recebido da Elaine, do http://casinhadetaipa.blogspot.com/ um lindo selinho. Obrigada!!!

Tenho que repassá-lo para 9 pessoas, que como eu terão que repassá-lo para mais 9  com a seguinte regra:
Contar 9 coisas sobre você que seus amigos não sabem. Então vamos lá!

Meus amigos virtuais não sabem que:

1- Adoro abóbora com quiabo e carne picadinha.
2- Faço uma hora de caminhada todos os dias.
3- A fruta que mais gosto é a manga.
4- Sou muito sincera e as vezes até sofro por isso.
5- Detesto passar roupas.
6- Não consigo dormir durante o dia, a menos que esteja fazendo uso de medicamentos que leve ao sono.
7- Sou muito ansiosa e costumo me precipitar ao tomar atitudes.
8- Nunca me esqueci daquele que vai ser o meu primeiro amor verdadeiro (rsrsrs) .
9- Sou uma pessoa muito tímida e ao tempo com muita facilidade para falar e escrever.

As premiadas são:
Emilia
Giovana
Sonia
Maria celia
Maria de Lourdes
Chica
Renata
Flora
Orvalho do céu

Fiz um sorteio para não fugur a regra de dar o selinho para 9 pessoas, mas todos vocês o merecem.

E o selinho é esse aqui !

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

A magia do Kaquende

Fonte::  http://www.sabara.mg.gov.br/

No século XVIII, para facilitar o abastecimento de água nos centros urbanos, as câmaras municipais construíam chafarizes em locais onde haviam minas d'água. Em regra geral os escravos carregavam água para o consumo nas casas de seus senhores, as roupas eram lavadas nos chafarizes que tinha um espaço reservado para as lavadeiras e esse era um momento de convívio social entre as escravas e mulheres livres e pobres, que dividiam o mesmo espaço.  A água que escorria nas bicas dos chafarizes também matava a sede de animais, principalmente dos cavalos, que também tinham seu espaço demarcado. Os chafarizes tiveram um papel muito importante para aquela sociedade e seus descendentes, pois alguns até hoje estão em pleno uso.
É o caso do Chafariz do Kaquende, em Sabará, há 22 km  de Belo Horizonte. Eu já bebi daquela água potável várias vezes e talvez por isso goste tanto de ir Sabará. Tenho até pensado em me mudar para lá. só falta conseguir comprar uma daquelas casas bem antigas do centro histórico. Nem vou precisar de uma namoradeira para enfeitar minha janela, pois eu é que vou passar as horas vendo o tempo passar (rsrsrs). 
O kaquende foi construído em 1757 por João Duarte e José de Souza. Além de matar a sede de todos que por ali passam, esconde muitas histórias. Dizem que no século XVIII, nas noites de sexta-feira dele saía um diabo louco por saias, que atravessava as ruas e seguia para o Rio das Velhas, mergulhava nas águas e desaprecia. Mas ... se encontrasse uma dama ou donzela pelo caminho ... as tornava mães de lobisomens, vampiros e mulas-sem cabeça!
E não duvide da supertição que envolve  o kaquende. Quam bebe daquelas águas sempre volta a Sabará!
Há mais de dois séculos dali jorra água pura sem parar. Não há torneiras como em tantos outros. É água corrente, pura, cristalina, direto da fonte. Muita gente ali estancou a sua sede . Escravos, senhores, tropeiros, poetas, crianças, conspiradores, cobradores de impostos, militares, turistas, estudantes, políticos e assim vai ... Dizem que até Dom Pedro I que esteve em Sabará por duas vezes, ousou se permitir um gole . Afinal, são 253 anos de encantamento e magia jorrando sem parar!