terça-feira, 7 de setembro de 2010

O xeque-mate de dom Pedro


recados para orkutSe dom Pedro deu xeque-mate nos adversários que desde a segunda metade do século XVIII iniciaram um processo de luta continua pela separação entre Brasil e Portugal, não podemos afirmar, mas tudo indica para essa direção.
O certo é que as testemunhas presentes no local, afirmaram que foi as margens do rio Ipiranga no dia 7 de setembro de 1822. Ele, num ato heróico desembainhou a espada , levantou-a e gritou: independência ou morte!
Não comentaram se naquele momento houve vaias ou aplausos. Então, foi isso que tempos depois, as mãos de um exímio pintor detalhou com imagens. Refiro-me aqui ao quadro pintado por Pedro Américo em 1888, por encomenda da Família Real para ser colocado no Museu do Ipiranga, sabe-se lá os reais motivos ...
Considerando os conselhos de dom João VI a dom Pedro quando de sua volta a Portugal, a separação já era praticamente inevitável. Pelas mãos do príncipe regente, seria bem mais interessante, porque garantiria aos portugueses o controle do vasto território colonial mesmo após uma aparente independência.
 Doce ilusão, a história os mostrou. Muito pouco os portugueses conseguiram aproveitar no processo de exploração económica, que é o que eles queriam de fato. O pouco preparo de dom Pedro para o governo ficou evidente. A classe dominante não suportou o seu autoritarismo e acabou por forçá-lo a abdicação.
Pobre imperador! Recebeu o cetro numa época em que ele já não tinha mais valor.
Como quase nada construiu, hoje é lembrado apenas como um tirano e fanfarrão.
De sua enorme prole extra conjugal, a notícia que se tem é de que a maioria herdou o mesmo que o povo miúdo na época da independência, ou seja, nada!!! Além de grandes dificuldades económicas, desigualdades sociais e impossibilidade cultural de participação política.

Viva a energia que vem do Sol !!!




A  Revolução Industrial trouxe para a humanidade muitas facilidades para a vida cotidiana, mas o preço que pagamos por tudo isso é incalculável. As máquinas para se movimentarem necessitam de energia, da mais simples aos aparelhos sofisticados, todos se alimentam de muita energia. As fontes tradicionais estão se esgotando a cada dia, e o pior de tudo, na busca por elas o homem destroí o meio ambiente de forma assustadora.
Visto esse problema, cabe a nós, buscarmos alternativas simples e muitas vezes já conhecidas, para o uso diário. Uuma delas é a energia solar, usada naturalmente como fonte de energia pelos organismos vivos, ou para secar nossas roupas e outras coisas através do calor que provoca a  evaporação.
Por processos muito simples, o ser humano pode e deve utilizar essa fonte de energia ainda gratuita para aquecer a água usada no ambiente doméstico, em hospitais, hotéis e outros lugares.
Falta-nos apenas sensilização e consciência de que somos responsáveis pelo gasto de hoje e assim, pelo que faltará amanhã.

Teia Ambiental, 07 /09/2010.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Patrimônio imaterial do Brasil e símbolo de fé, cultura e tradição centenária..


UM ENCONTRO DE CULTURAS



Foto da celebração realizada na igreja de N. S. Nazaré, BH, dia 03/09/10. 

Belo Horizonte, mais precisamente a paróquia do Senhor Bom Jesus, no bairro Horto e paróquia de Nossa Senhora de Nazaré, no bairro Santa Inês, receberam nesse fim de semana a visita ilustre do Círio de Nazaré, realizado pela quarta vez fora de seu espaço original, a cidade de Belém, no Pará.
O círio é uma festa católica, considerada patrimônio imaterial do Brasil, realizada no segundo domingo de outubro, desde o século XVIII, sendo considerada a maior do Brasil e uma das maiores do mundo. O culto a Nossa Senhora de Nazaré  é uma tradição que veio da Terra Santa para a Europa, tendo chegado  a  Espanha e Portugal no século IV e de lá chegou ao Brasil pelas mãos de nossos colonizadores.
Mais informações: www.ciriodenazare.com.br/

domingo, 5 de setembro de 2010

O amor não saiu da moda ...


Antigamente, num tempo não muito distante, arriscaria aí  há uns trinta anos atrás, dependendo da pessoa e do lugar, os rapazes apaixonados escreviam frases de amor em cartões que eram enviados para sua escolhida junto a um lindo vaso ou buquê e de flores. Coisa de cinema ou de novela de época para dias atuais.
As moças ficavam emocionadas e guardavam cuidadosamente o cartão e uma flor dentro de algum livro ou caderno de estimação. Essa aos poucos ia se desidratando e virando uma lembrança do amor muitas vezes despertado pelo olhar de soslaio.
Haviam ainda, em tempos bem mais remotos, os rapazes que se arriscavam a escrever e declamar versos debaixo da janela de sua amada. Muitas vezes acompanhados por musicos que os ajudavam a entoar uma cantiga de amor em forma de serenata.
Nossos avós certamente desfrutaram desses momentos!!! Viviam a sonhar com a chance de encontrar o amor verdadeiro. eles fitavam o olhar galanteador e elas abriam o coração para o encontro com a felicidade.
Que pena, tudo se foi! Mas sendo verdadeira a afirmativa de que " na vida nada se cria, tudo se transforma", o amor não saiu da moda, apenas trocaram o cenário e as falas dos personagens envolvidos. No lugar do velho " me dê o prazer dessa contra dança" entrou o " Tá afim ou tá difícil " .E assim vamos seguindo com a evolução da humanidade ... 

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cenas de uma tarde de domingo na estrada ...

 NINHOS DE PASSARINHOS

João-de-barro
Guaxo

 
GADO NO PASTO


 













Ipê amarelo
Cupim
Cerca de bambu
Burro
Cavalo
Galo e galinha carijó


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Não dá para esquecer!!!

Há vivências que carregamos pela vida a fora, na memória e no coração.


O calor do fogo que ajuda a aquecer as rodas de conversa na cozinha, enquanto algumas mãos de fadas preparam um delicioso jantar.



Chaminé do fogão a lenha, por onde sai a fumaça que perfuma o ar do campo.




Casa de marimbondo. Um dos melhores arquitetos de todos os tempos!


O pé de mamão, já histórico ( 8 anos)  e cheio de histórias na família.
O que restou de um velho pé de ameixa.

A beleza desse quartzo.
Os grãos secos do café que ainda não foi torrado.
A velha colher de puxar as cinzas do fogão.

O lampião usado nos momentos em que não há a moderna energia elétrica.
A água turva da lagoa, quase desaparecendo com a seca. 

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Ainda no sítio, encontrei charmosas flores e folhas!

Com o meu olhar curioso, consegui encontrar um pouco de cor em meio a palidez da terra seca e das folhagens empoeiradas.



Capim cidreira, muito usado para fazer chá calmante.



As rosas não falam, mas encantam e exalam o perfume do amor.

Bico-de-papagaio

Lírio vermelho.

Jardineira
Flor de algodoeiro
Flor de Laranjeira
Flor de batata-doce
Flores de ipê amarelo
Pé de algodoeiro
Algodão no ponto de colheita
Ora-pro-nobis, delicioso para ser refogado na costelinha de porco ou no frango ensopado..