quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Mineiro não perde o trem

Maria fumaça no trecho da cidade de Tiradentes  para São João Del Rei ( trem turístico) 

Quem nasce nas terras das alterosas, sai do ventre materno ouvindo uma expressão que o acompanhará pelo resto da vida:  Que trem bão!
Dizer que mineiro não perde o trem é fácil. Difícil é encontrar uma real explicação para o uso constante dessa afirmativa.
Segundo alguns relatos verbais que andei ouvindo em várias partes de Minas Gerais, dizem que nos primeiros tempos de circulação dos trens de ferro pelo estado havia muitos atrasos na chegada do trem nas estações.Assim, mesmo quem demorasse a chegar conseguia pegar o trem.
Outros afirmam que no vocabulário antigo usava-se a palavra terém para designar coisa sem valor e da evolução dessa palavra chegou-se ao trem, que é usado para referir-se a qualquer objeto sem muito valor. Por ter sido incorporado a linguagem regional, dizem então, que o mineiro não perde o trem!
O certo é que o trem de ferro ou as antigas maria fumaça sempre encantaram os mineiros e ainda atraem muitas pessoas a abanar as mãos quando nos trilhos ele passa.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Um prato típico de Minas Gerais: FEIJÃO TROPEIRO

O feijão tropeiro é um dos pratos típicos de Minas Gerais, junto ao pão de queijo, frango com quiabo e angú, dentre outros menos procurados pelos turistas. Esses são alimentos que os visitantes e os  habitantes das casas mineiras consomem com frequência. Para sobremesa o doce de leite com o queijo do serro. Huuuum!!!
Se você perdeu a receita ou nunca fez e quer experimentar, taí a nossa dica:

Ingredientes:

500g de feijão carioca ou mulatinho cozido al dente e escorrido todo o caldo.
300 g de carne seca ou lombo de porco temperado em cubos e bem frito
250 g de linguiça tropeira em rodelas pequenas.
250 g de torresmos temperados com carne e pele bem fritos
bacom a gosto e se quiser
1 cebola média picada
dois dentes de alho picados
sal
1 molho de couve picada bem fininha
250g de farinha de mandioca
5 ovos fritos

Modo de fazer:

Em panela grande coloque duas colheres de sopa de óleo e doure o alho, adicione uma colher de sobremesa de sal e mexa. Em seguida coloque a cebola e continue mexendo até começar a fritar. Coloque na panela o feijão e misture suavemente para que os grãos não amassem. Junte os torresmos, a carne, o bacon, a linguiça e misture suavemente. Adicione a farinha de mandioca aos poucos e sempre mexendo de maneira suave. A farinha deve dar liga aos alimentos e não virar uma farofa. Por fim coloque a couve e dê uma mexidinha suave e tampe a panela por uns 5 minutos. Decore com ovos fritos. Sirva com arroz branco.

Tropas para as Minas

Conta-se que, em certa época de chuva de invernada, faltou pinga em Diamantina. E quando se anunciou que a tropa do Coronel Quincas Pedro, dono da fazenda do Areião em Gororós, chegava carregada de cachaça, sinos bateram e a Banda de Música foi para a entrada da cidade recebê-la. A chegada de uma tropa era, assim, uma festa. [...]
A tropa, que ia e vinha com produtos para comercializar, lá ou cá, fazia também as vezes do nosso mais moderno "e-mail " ... Os tropeiros e seus burros eram o único meio de chegarem até nós as notícias e as novidades de outros povos e mundos; de terras européias, de onde também provinham os produtos trazidos do litoral para o povo das montanhas, comumente chamados "produtos de baixo": fossem biscoitos, louças, perfumes, tecidos, utensílios ...
" Você aceita um biscoito" , se perguntava. " É um biscoito de baixo ..." - acrescentava, com orgulho, aquele que oferecia. [...]
A tropa era formada por dez burros e um cavalo-de-madrinha que, juntos formavam o lote. Para cada lote iam um arrieiro e dois tropeiros.
O arrieiro era o responsável pela tropa. Em geral, era um dos filhos do fazendeiro. Cabia a ele vender seus produtos, comprar as mercadorias necessárias e saber fazer boas barganhas ou trocas. Os seus companheiros de viagem eram os tropeiros.
A tropa viajava uma média de quatro léguas por dia, que representavam vinte e quatro quilômetros. Iam e vinham, puxavam o milho da roça, transportavam cachaças, sementes, o precioso e raro sal; toucinho, rapadura, arroz, vasilhames; tudo, enfim, que se necessitasse levar e trazer para comercializar. [...
A cozinha volante era condicionada em bruacas ou bolsas de couro. Os alimentos tinham que ser duráveis e secos. As carnes eram salgadas ou já feitas e guardadas em recipientes com gordura para conservarem. Usava-se também o que se encontrava pelos caminhos, como brotos e caças. Os caldeirões de ferro eram dependurados sobre fogueiras e fazia-se a refeição. A farinha e a cachaça eram acompanhamentos certos para uma gostosa prosa.
[...] Durante o período de preparação da comida, se banhavam no rio. Em seguida, serviam-se tira-gosto e pinga. Proseando, colocavam a vida em dia. Após a refeição, afinavam as violas e cantavam modinhas até o sono chegar. Ao amanhecer, os tropeiros arreavam de novo a tropa e iniciava-se outra longa jornada até um novo pouso. Os pontos de parada eram sempre os mesmos e calculados dentro da capacidade dos animais e das pessoas que acompanhavam o lote.
Chegando a um dos pontos de parada - em geral, um comércio bom onde se podia barganhar, vender ou comprar -, aí sim, descarregavam a mercadoria. Faziam seus negócios. Essa parada era a mais demorada, dando tempo para o pessoal descansar, passear, arranjar distração e fazer amizade para facilitar a volta da tropa. Daí levavam sementes, roupas, remédios, vasilhames, entre outras coisas. Comprando a prazo, faziam questão de manter o nome: davam como documento de garantia o fio do bigode apenas. O dinheiro das vendas era carregado em goiacas ou bolsas que eram abotoadas na cintura. De um lado ficava o dinheiro resultante das negociações feitas, do outro, a garrucha.[...]

NUNES, Maria Lúcia Clementino. História da arte da cozinha mineira por Dona Lucinha. Belo Horizonte: [s.n], 2001.p.135-137. Adaptação.

Sobre o centro da cidade

Hoje fui ao centro da cidade. O trânsito estava normal e não demorei mais do que vinte minutos até a Praça da Estação, de onde comecei a circular a pé por ruas cheias de todo tipo de pessoas. Há coisas que só conseguimos resolver no centro e nessa hora não dá para fugir de certos problemas normais num grande centro urbano.
A Praça da Estação na verdade chama-se  Praça Rui Barbosa, mas desde os primeiros tempos da cidade passou a ser chamada assim pela população. O motivo é a existência da estação central da antiga rede ferroviária. O prédio centenário que hoje  abriga um museu, ainda conserva seu estilo original. 
A praça é ampla e bonita, seus jardins e fontes são cercados de cuidados. O que desanima é a sua localização, acompanhada de um grande número de frequentadores que aqui não me atrevo a definí-los. Mas todos que vem da zona leste da cidade e querem seguir na direção central, não tem outro caminho mais fácil do que atravessar esses jardins.
Enquanto aguardava o sinal verde   para atravessar a rua da Bahia, olhei para a calçada do outro lado e vi uma placa com os seguintes dizeres " Restaurante Rei do Tropeiro". nunca tinha observado essa placa, bem mineira, que faria mais sucesso numa cidade histórica. Atravessei a rua e depois a rua dos Caetés. Adentrei a avenida Amazonas e subi a ladeira observando as palmeiras imperiais cheias de frutos.
Cheguei rápido a minha primeira parada e em poucos minutos solucionei a questão. Segui para o meu segundo destino. Ah! Nesse já entrei sabendo que poderia demorar horas. Tratava-se do pior atendimento bancário nacional. 
Dito e feito. Após quase duas horas saí e segui em direção a rua Rio de Janeiro, passei em frente a Pastelândia, cheia como sempre. Com o movimento que há no centro, a histórica venda de pastéis ainda é um bom negócio. Lembro-me desses pastéis no meu tempo de criança. A moda aqui é comer pastéis e beber caldo de cana.
Não parei para comê-los. Segui a rio de Janeiro em plena Praça Sete, no coração da cidade. Ali havia dezenas de idosos jogando dama e xadrez. É um velho ponto de encontro desses jogadores. Pura tradição! Adentrei a avenida Afonso Pena. Com o movimento lento das pessoas pelos passeios, fiquei calma e procurei tirar algum proveito observando o que havia a mais ou a menos nos quarteirões por onde passei. Digo isso, porque no centro é assim: hoje abrem uma loja e amanhã você volta e ela já pode estar fechada. O comércio está em decadência, não sei se pela falta de dinheiro ou pelo sucesso dos shoppings.
Passei na porta do Café Nice, o mais antigo de Belo Horizonte. O cheiro do café era tão bom que quase entrei para tomar um cafezinho, mas fiquei envergonhada porque olhei lá para dentro e só vi homens velhos. Aliás, é o que mais se vê naquele lugar. E não são só pessoas comuns. o lugar é frequentado por artistas, políticos, empresários.
Andei um pouco mais e logo avistei a igreja de São José, inaugurada em 1904 pelos padre redentoristas holandeses. De frente para a igreja está o edificio Acaiaca, o mais antigo da área central. Mais um quarteirão e parei em um ponto de ônibus em frente ao edificio Sulamerica, também bastante antigo. Olhei para a galeria do prédio e avistei ao longe o centenário viaduto Santa Tereza, por onde em alguns minutos haveria de passar rumo ao meu doce lar.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Do fundo do baú !!!

Estive organizando algumas gavetas hoje e vejam só o que eu encontrei! Postais e fotos antigas de Belo Horizonte.  A Lagoa da Pampulha que foi inaugurada quando JK foi prefeito da cidade, em 1943.  O lazer na época era bem diferente de hoje. Podia-se andar de barco sem correr o risco de contaminação. A avenida que a contorna era usada para corrida de carros aos domingos. 
A foto abaixo confirma que o lugar era quase desabitado, tinha apenas algumas chácaras. Dá até para ver a Serra do Curral ainda bastante preservada.
Estou postando também uma imagem do centro de Belo Horizonte nos anos 70, a mesma serra já começa a ser destruída nessa época.
Ah! Uma foto do suposto rancho da Papuda, uma figura lendária de nossa cidade, que segundos os mais antigos habitava em uma cabana no local onde hoje existe o Palácio da Liberdade. Dizem que era muito mal humorada e só saiu de lá para que o palácio pudesse ser construido porque foi  arrastada por soldados. Então, ela teria rogado uma praga aos futuros governantes que ali iriam morar. Ela disse que nenhum deles chegaria ao fim do mandato. Conhecidência ou não, andou acontecendo o fato algumas vezes. Por isso, os governadores não gostam de morar naquele palácio durante o mandato. Preferem o Palácio das Mangabeiras.
 E por fim, a foto de um livro que guardo com muito carinho, um volume de sua primeira edição, que é o: Memória Histórica e Descritiva de Belo Horizonte, do autor Abílio Barreto, do ano de 1928. Nesse livro fotografei algumas dessas fotos.






domingo, 22 de agosto de 2010

As caravanas dos Ferreira

Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, Congonhas, MG.
O casal Ferreira, do final anos 70 ao início dos anos 80 do século passado, foram vitimas como tantos outros brasileiros da grave crise financeira na qual estava mergulhado o pais.
A senhora Ferreira sempre foi uma mulher muito esperta e logo começou a pensar num jeito de conseguir um pouco mais de dinheiro. Daí veio uma idéia que por muitos anos eles conseguiram botar em funcionamento: organizar caravanas em romaria para festas religiosas no interior.
Naquela época a maior parte dos moradores da vila eram católicos, quase ninguém possuía automóvel para viagens e grande parte gostava de dar um passeio longe do centro urbano. Talvez por isso tenha dado tão certo os negócios do casal Ferreira.
A senhora Ferreira era uma mulher muito bem relacionada na vizinhança, conhecida por todos por gostar de ajudar aos pobres e por ajudar a promover atividades religiosas na igreja. Então, era só  começar a vender as passagens para a caravana e logo o grupo estaria formado.
Conta-se que a primeira dessas caravanas foi organizada para a festa do Senhor Bom Jesus de Matosinhos em Congonhas. Ônibus com lotação completa. O problema foi a falta de experiência do senhor Ferreira que na hora de alugar o veiculo buscou o mais barato porque queria ganhar um grande lucro na venda das passagens e ai ...
Na hora marcada para o grupo embarcar rumo a Congonhas, parou no lugar um ônibus bonito por fora e horrível por dentro. Desapontados ficaram todos que logo já perceberam a falta de conforto. Mas o senhor Ferreira ficou muito assustado e envergonhado com a situação.
Dizem que quando o motorista girou a chave, os bancos começaram a tremer e todos tiveram que tampar o nariz de tanta poeira que saia das laterais cheias de furos. Também há quem não se canse de rir do acontecido na volta a Belo Horizonte: dizem que um menino de pele bem escura que estava sentado na última poltrona encontrou um buraco nos fundos do ônibus e para lá logo entrou.
Ficando com medo, começou a gritar pedindo que acendessem a luz. Os outros meninos logo correram para ver o que estava acontecendo e quando olharam para dentro do buraco a única coisa que viram foi o branco dos olhos do menino.E apartir daí começaram a chamá-lo de Antonio Preto. 
São muitos os casos que se contam sobre as viagens organizadas pelos Ferreira. É raro encontrar uma casa onde pelo menos uma pessoa nunca tenha viajado com eles. Se eles tivessem feito um diário, hoje em idade já avançada, poderiam publicar até um livro. 
Outra viagem que deu o que comentar foi uma caravana dos Ferreira para Aparecida do Norte. Essa viagem foi muito esperada por todos porque iria passar pelo Rio de Janeiro. Um dia na praia, só quem é mineiro sabe o valor que tem. Não é por acaso que somos alvo de piadas quando o assunto é banho de mar. Sempre se tem uma engraçada história a ser contada.
Naquele tempo, as viagens eram demoradas porque parava-se muito. Não tinha perigo de assalto como hoje. Então a viagem prevista para sete horas de duração, deve ter demorado umas nove. Enfim, chegaram na paria de Copacabana. Os rapazes, que já viajaram de calção de banho por baixo das calças, desceram correndo do ônibus e foram dar um mergulho. Aí aconteceu a primeira do dia: alguns ficaram com medo de entrar na água que estava na maré alta e outros começaram a provar da água  para ver se realmente era salgada.
Um guarda, percebendo a desorientação do grupo, ordenou ao motorista que estacionasse no Leblon. Para lá seguiram e alí deu-se um festival de acontecimentos. O senhor Jacinto e a dona Maria, portugueses e antigos comerciantes na vila, atravessaram a avenida e foram banhar as canelas nas águas do mar. Ficaram horas com as calças suspensas até o joelho e as canelas mergulhadas na água, enquanto observavam ao longe na esperança de ver algum navio igual ao que os trouxeram de Portugal na época da segunda guerra mundial.
Dona Rita não se cansava de pular as ondas quebradas. A filha do senhor Geraldo acendeu o cigarro do ladrão que tentava roubar sua máquina fotográfica. O rapaz que viajou de terno, com ele passou o dia no sol ardente.
Mas o fato mais engraçado foi o ocorrido com o Ari e o Baiano. Eles resolveram nadar e ficaram boa parte do dia dentro da água. De súbito uma onda gigante e os pegou despreparados dando-lhes um belo caldo. Estaria tudo normal se o Baiano não estivesse de óculos dentro do mar. Ele viu que esse havia sido levado pela onda e gritou pedindo ajuda ao Ari. Esse abriu a boca para responder ao companheiro e eis o que lhe acontece: sua dentadura saiu da boca! O saldo foi um óculos e uma dentadura perdidos no mar.

sábado, 21 de agosto de 2010

Bolo de aniversário !!!

Hoje amanheci muito atarefada. Imagine que é aniversário do meu sobrinho e afilhado de batismo. E na nossa família, já virou tradição a madrinha fazer o bolo do afilhado.
Na verdade, tenho feito ao longo da vida muitos bolos, porque nem todos os parentes possuem madrinhas vivas para fazê-lo. Não me importo com isso. Acho divertido. Entre erros e acertos, vou misturando ingredientes e o bolo acaba ficando pronto. Só uma vez é que aconteceu uma tragédia: após terminar o bolo de chocolate, fui colocá-lo na geladeira e não sei como deixei a bandeja virar e ele despedaçou-se. Fiquei tão desconsolada que preferi comprar um outro pronto a ter que aventurar-me a fazer um novo.
Comemorar aniversários em família é bom! Tem parentes que só vemos nesses dias de festa ou em velórios.
Daí, não falta assunto e todos se divertem com as novidades dos outros.
Nunca me interessei por saber como surgiram essas festas de aniversário, mas li num diário de uma menina do século XIX, que ela comemorou seu aniversário, ao que ela se referiu como "fazer anos". Lembro também que na minha infância as festinhas eram menos enfeitadas e não eram temáticas como hoje. Só havia um modelo de bolo: o de massa branca, recheado com doce de leite e com cobertura a base de clara de ovos e açúcar refinado, com umas gotinhas de anilina rosa para as meninas e azul para os meninos. Ah! As confeiteiras espalhavam bolinhas prateadas por cima da cobertura. Não se servia refrigerante ou cerveja, era suco e pinga ou batida de limão. Para comer, uns pastéis de carne moída ou queijo, pães de queijo e sacanagem ( salame banhada no vinagre e recheado com pimenta e queijo).
Se alguém vier a ler esse texto um dia, vai pensar que já estou descendo a serra, mas ainda falta muito !!! Não sou idosa, a industrialização é que revolucionou os costumes dos brasileiros num ritmo muito rápido nas últimas décadas. E aos olhos de quem respira histórias é muito fácil se chegar a um passado próximo.

Eis a minha obra de arte no passo a passo !!!

Massa prática comprada em supermercado e preparada na batedeira para não cansar o braço. Kkkkkkk Dois pacotes para cada bolo em forma média, seguindo as instruções de preparo na embalagem.
Faça dois bolos e reserve. Depois prepare o recheio . Uma lata de leite condensado, uma lata de pêssegos em calda picados em pedaços bem pequenos, meio litro de leite, duas colheres das de sopa de amido de milho ou maisena, uma colher das de chá de baunilha. Leve ao fogo brando mexendo até virar um creme. Deixe esfriar um pouco. Coloque um dos bolos numa bandeja, fure levemente com um garfo e umideça com leite. Espalhe o recheio em toda a surperficie do bolo e coloque o outro bolo por cima. Fure-o com um garfo e umideça com a calda do pêssego. Para cobertura, na badetedeira coloque 400 g de gordura vegetal hidrogenada, duas latas de leite condensado, três colheres das de chá de baunilha e anilina na sua cor preferida. Bata por uns quinze minutos ou até que fique cremoso. Espalhe sobre o bolo. Se quiser pode usar bicos decorativos. Salpique confeites coloridos. Deixe na geladeira se o ambiente estiver quente.